AVISO: o estoque é limitado e a campanha se restringe a algumas lojas, como a Livraria Saraiva.
domingo, 17 de março de 2013
Ganhe case especial na pré-venda de Luigi's Mansion
Em breve, chega às lojas a primeira aventura solo de Luigi para Nintendo 3DS. Em Luigi's Mansion: Dark Moon, o irmão gêmeo de Mario deverá reunir os pedaços da Dark Moon enquanto precisa lidar com seres fantasmagóricos.

AVISO: o estoque é limitado e a campanha se restringe a algumas lojas, como a Livraria Saraiva.
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Produtor fala sobre recursos de Monster Hunter 3 Ultimate
O produtor de Monster Hunter 3 Ultimate (Wii U, 3DS), Ryozo Tsujimoto, respondeu em vídeo produzido pela Nintendo europeia a perguntas dos fãs da série acerca do jogo que está para ser lançado no Brasil.
Ryozo falou ainda que, infelizmente, nem todos os DLCs lançados no Japão sairão no Ocidente, uma vez que diversos deles foram feitos em parceria com outras empresas. Apesar disso, há a tentativa de adquirir os direitos de lançamento dos conteúdos para download feitos dessa forma para serem lançados nas Américas e na Europa.
Dentre as respostas mais interessantes, Tsujimoto destacou que a principal diferença entre Tri (Wii) e 3 Ultimate é que o segundo tem “pelo menos o dobro de monstros que Tri e uma vastidão de missões”. Ele já jogou mais de 270 horas do game e ainda não fez tudo o que queria.
Ryozo falou ainda que, infelizmente, nem todos os DLCs lançados no Japão sairão no Ocidente, uma vez que diversos deles foram feitos em parceria com outras empresas. Apesar disso, há a tentativa de adquirir os direitos de lançamento dos conteúdos para download feitos dessa forma para serem lançados nas Américas e na Europa.
sábado, 16 de março de 2013
Update gratuito para DmC chega em 20 de fevereiro
Se você está detonando demônios junto com Dante no Xbox 360 ou Playstation 3, irá receber via atualização gratuita o novo modo “Bloody Palace” (“Palácio Sangrento” no nosso bom e velho português).
Para quem ainda não conhece, o Palácio Sangrento é um desafio de puro combate em uma série de arenas fechadas – derrote todo mundo e vá para a próxima fase!
Além disso, também teremos alguns ajustes na jogabilidade de acordo com feedback de vocês, fãs, desde o lançamento do demo de DmC em novembro. Confira alguns:
- Reduzido o bonus de dano e estilo da evasão de demônio (Demon Evade)
- O “drop” da Arbiter causa dano e gera pontos de estilo normalmente, mesmo se cancelado com pulo.
- Movimentos que não causam dano não dão mais pontos de estilo
- Os inimigos mais fracos agora causam um pouco mais de dano
- Dano aumentado para todos os inimigos nos modos Nephilim e Son of Sparda
- Classificações SSS e SS caem para S em longos períodos de inatividade
- Corrigido o bug do “Dante Voador”
- O “drop” da Arbiter causa dano e gera pontos de estilo normalmente, mesmo se cancelado com pulo.
- Movimentos que não causam dano não dão mais pontos de estilo
- Os inimigos mais fracos agora causam um pouco mais de dano
- Dano aumentado para todos os inimigos nos modos Nephilim e Son of Sparda
- Classificações SSS e SS caem para S em longos períodos de inatividade
- Corrigido o bug do “Dante Voador”
A atualização estará disponível a partir do dia 20 de fevereiro em ambas as plataformas.
Combos insanos de Vergil em DmC Devil May Cry
O usuário da Unity americana Chris (também conhecido como BlackJack86) criou um vídeo incrível com combos e sequências insanas de Vergil em sua expansão do DmC original. Confira!
quinta-feira, 14 de março de 2013
Capcom anuncia Deep Down (nome provisório) para Playstation 4
Se você não acompanhou a coletiva da Sony ontem, saiba que, enfim, foi confirmado o Playstation 4, novo console da empresa. Mais legal ainda – nosso querido Ono-san foi ao palco mostrar uma nova engine(plataforma de desenvolvimento) da Capcom, codinome “Panta Rhei”, e um novo jogo!
Chamado até o momento de Deep Down, trata-se de um jogo com temática de fantasia medieval, mas que ainda guarda muito mistério. Cativante! Confira no vídeo abaixo:
Lançamento de Remember Me confirmado para 6 de junho
Apenas dois dias após o lançamento norte-americano (e um dia antes da Europa :D), Remember Me chega ao Brasil para Xbox 360 e Playstation 3, e com legendas em português!
O jogo levará você para Neo-Paris, no ano de 2084, para acompanhar a história de Nilin, uma “caçadora de memórias” com uma habilidade única – ela pode roubar a alterar memórias de qualquer pessoa! Porém, algo inusitado acontece – sua própria memória é apagada e agora ela parte numa jornada para descobrir quem fez isso e quais foram os motivos.
É um conceito muito legal e inovador! Confira um pouquinho disso no trailer abaixo (por enquanto só em inglês):
sábado, 2 de março de 2013
Crysis 3 custou nada menos que R$ 132 milhões para ser desenvolvido - Baixaki Jogos
Mas outra revelação é que foi bombástica: segundo Yerli, o orçamento de Crysis 3 foi o triplo do que foi gasto com o primeiro game. Aí o pessoal do neoGAF fez as contas e, descobrindo que o título inicial custou US$ 22 milhões, chegou ao incrível valor de US$ 66 milhões (cerca de R$ 132 milhões).
Claro que o desenvolvimento de um game demanda um alto valor, mas ainda trata-se de muito dinheiro – ainda mais quando se leva em conta que a engine já estava pronta, por exemplo, e alguns elementos foram reaproveitados.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
É mais fácil desenvolver para o PS4 do que para o PS3, diz Codemasters - Baixaki Jogos
De acordo com o produtor executivo sênior da empresa, Clive Moody, é mais fácil de trabalhar com o PlayStation 4 que seu antecessor – e sua potência pode ser um passo enorme no desenvolvimento de games de corrida.
Na entrevista, Moody confessou que a arquitetura do PS3 era um pouco complicada demais, dificultando o trabalho das empresas e tomando mais tempo que o desejado.
O executivo também está feliz com a ênfase em conectividade: segundo ele, a sociabilização é um dos itens mais promissores em jogos de corrida, e é bom notar que a nova geração de consoles está preocupada com isso.
Jogos do PS4 terão redução de resolução no PlayStation Vita - Baixaki Jogos
Uma conversão automática fará com que os jogos do PS4 deixem de rodar a 1080p para funcionar com a resolução nativa do Vita, 960 x 544 pixels. O usuário não precisa fazer nada, apenas jogar, que o console de mesa fará todo o trabalho necessário.
O mesmo vale para os vídeos capturados, que não precisarão de conversão nem utilizam formatos proprietários. Assim, se o jogador preferir, pode subir suas jogatinas para o YouTube pelo PC, sem depender das integrações oficiais do PlayStation 4.
O novo console da Sony chega ao mercado no final de 2013, mas ainda não teve preço anunciado.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Entre gerações: qual o melhor momento de trazer uma nova franquia? - Baixaki Jogos
Mais do que apresentar o PlayStation 4, a conferência da Sony na semana passada trouxe também as primeiras imagens daquilo que a nova geração tem a nos oferecer. Gráficos incríveis e detalhes por todos os lados chamaram a atenção dos fãs, que se deleitaram diante de Killzone: Shadow Fall e inFamous: Second Son.
E se você acompanha o mercado há algum tempo já deve ter reparado que o anúncio dessas sequências e o destaque dado a cada uma delas foi algo cuidadosamente pensado para alavancar as vendas do console tão logo ele chegue ao mercado. Todas as fabricantes trazem uma franquia de peso à sua nova plataforma como forma de incentivar o jogador a procurar aquela novidade. É quase como um selo de garantia, pois você sabe que poderá comprar o novo aparelho sem medo de se decepcionar com aquele jogo desconhecido.
O Dilema GuillemotUm novo brinquedo para ser exploradoNo final do ano passado, quando os rumores sobre a nova geração ainda estavam dando seus primeiros passos, o diretor-executivo da Ubisoft, Yves Guillemot, deu uma entrevista ao sitePolygon reclamando sobre o excessivamente longo tempo de vida do PlayStation 3 e Xbox 360. Segundo ele, longos períodos com um mesmo console são nocivos à indústria, já que não vale a pena lançar uma nova franquia perto do ciclo dos aparelhos está perto do fim e que o lançamento de um novo aparelho é ideal para isso.
Mas espere aí, qual o sentido disso? Levando em consideração a base de usuários, não seria muito mais vantajoso trazer uma nova ideia — ou seja, algo que ninguém conhece — para um video game que milhões de pessoas já têm, o que pode significar um número muito mais significativo de vendas do que oferecer esse mesmo conceito para um sistema que apenas meia dúzia de indivíduos se arriscou a comprar?
E a resposta é sim, tanto que estúdios como Capcom, Quantic Dream e Naughty Dog ainda acreditam no potencial de vendas da atual geração com Remember Me, Beyond: Two Souls eThe Last of Us, por exemplo. São investimentos a curto prazo que querem atingir exatamente essa grande massa de usuários; uma aposta segura.
Por outro lado, há estúdios como a Ubisoft, que preferem pensar além e tentar se estabelecer naquilo que ainda está por vir. Como Guillemot explicou ao Polygon, essa troca de geração é o melhor momento para se arriscar e tentar criar algo novo.
Para ele, não faz sentido criar franquias inéditas no fim de vida de um console pelo simples fato de que não é isso o que a grande maioria dos jogadores quer. Apesar de os jogadores hardcore procurarem novidades, a maior parte do público prefere optar pela segurança de franquias já conhecidas, o que torna o desenvolvimento de novas ideias algo não tão vantajoso assim.
A sequência vende, o novo atrai
Tudo isso pode parecer bastante confuso — e realmente é —, mas não é complicado encontrar a lógica por trás do pensamento que algumas produtoras adotaram no que diz respeito à troca de geração. No caso da Ubisoft e a “lógica Guillemot”, o principal ponto é a base de referência.
Vamos supor que Watch Dogs chegará apenas ao PlayStation 3 e Xbox 360. A boa impressão que o título passou desde seu anúncio na última E3 e a grande quantidade de consoles espalhados ao redor do mundo são fortes indicativos de que o título pode vender muito bem quando chegar às lojas. Por outro lado, isso não descarta a possibilidade de ele não despertar o interesse dos jogadores e ainda encarar a concorrência de outros títulos de peso e de franquias já bem estabelecidas. Se você tivesse de optar pelo desconhecido Watch Dogs e o já aclamado GTA V, qual seria sua escolha?
No entanto, ao inverter a situação, a base de referência muda. Por mais que o número de video games seja consideravelmente menor, a quantidade de outros títulos disputando a atenção do consumidor é bem menor. É claro que isso pode — e vai — refletir nas vendas e em um retorno a curto prazo, mas permite que você se estabeleça em um “segmento” novo e ainda a ser desbravado, garantindo um retorno futuro.
É por isso que esse início de vida de um video game é tão interessante para as produtoras. Para elas, esse é o melhor momento para inovar e experimentar coisas novas. Por mais que o título corra o risco de não vender tanto quanto na atual geração, trata-se de um risco que pode muito valer a pena a médio e longo prazo.
Sem grandes concorrentes, novas franquias podem se estabelecer e virar referência naquela plataforma em vez de ser “apenas mais um” lutando por seu lugar ao sol. Apesar de ninguém conhecer Uncharted quando Drake’s Fortune chegou ao PS3, o título virou um ícone da geração exatamente por trazer uma ideia nova que aproveitava tudo o que o sistema oferecia.
E a melhor forma de explicar isso vem diretamente dos estúdios da Electronic Arts. De acordo com o presidente da EA Labels, Frank Gibeau, a dinâmica de mercado não premia séries que surgem no fim de uma geração e que a melhor forma de lançar algo assim é atrelar a imagem desse jogo que ninguém conhece com as expectativas em torno da tecnologia e dos recursos que um novo console oferece. Tanto que o estúdio confirmou ter entre três e cinco projetos em andamento para PS4 e o próximo Xbox.
Planos e riscosQuando o marketing deve agirÉ claro que esse tipo de posicionamento é algo muito arriscado, já que qualquer erro pode trazer resultados catastróficos. É por isso que o marketing é uma ferramenta muito importante na hora de posicionar essas novas franquias no mercado, principalmente por conta do investimento necessário para chegar ao mesmo ponto desejado.
Voltemos ao exemplo de Watch Dogs sendo exclusivo desta geração. Se isso realmente viesse a acontecer, a Ubisoft teria de gastar milhões de dólares em campanhas para promover o título e mostrar porque você deve comprá-lo em vez de conferir o novo Call of Duty, Battlefield ou o próprio Assassin’s Creed. Com tantas opções disponíveis, é preciso um esforço absurdo para mostrar o diferencial de seu produtor e provar que ele realmente vale a pena.
Por outro lado, um novo console traz publicidade gratuita. Todos querem saber o que Sony e Microsoft vão oferecer em suas novas plataformas e ter um game já destinado para elas exige menos esforço em campanhas de divulgação, pois ele estará no foco de toda a discussão e interesse. É muita mais fácil despertar a atenção ao enaltecer essa imagem de que “o futuro chegou” e que seu jogo faz parte dele.
Mais gastos
Além disso, os próprios investimentos em desenvolvimento entram na conta na hora de definir quando é o melhor momento de trazer uma nova franquia. Trabalhar em uma nova engine e preparar um novo universo exige um investimento absurdo por parte das empresas e, portanto, não é tão interessante estreá-la em meio a tantos outros jogos que já se destacam, correndo o risco de falhar.
Além disso, projetá-la pensando no fim de uma geração também exige trabalho redobrado, já que você terá de adaptá-la ou recriá-la do zero no momento em que for levá-la para o novo console — sem falar que permite que outros estúdios passem na sua frente. É por isso que muitas companhias apostam nos chamados cross-gen, ou seja, em títulos que chegam tanto para os sistemas atuais quanto para os novos.
O que esperar?
Com o PS4 já anunciado e a Microsoft preparando o sucessor do Xbox 360, não é difícil imaginar o que está por vir. Certamente teremos muitas franquias inéditas surgindo nos primeiros dois anos dos consoles, tentando estabelecer marcas na nova geração. E como é o dinheiro que move o mundo, podemos esperar vários cross-gen também aparecendo neste período.
Por outro lado, os estúdios ligados às fabricantes devem continuar apostando em sequências, visando exatamente atingir o público que quer a segurança de que aquele novo console terá algo que ele gosta e sabe que é bom e vai gostar.
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