Subscribe:

Ads 468x60px

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

É mais fácil desenvolver para o PS4 do que para o PS3, diz Codemasters - Baixaki Jogos


A próxima geração do PlayStation é bastante aguardada não só pelos jogadores, mas também por desenvolvedores. A Codemasters, por exemplo, responsável pelos últimos games de corrida da série F1, não vê a hora de ver seus primeiros resultados com o PS4.
De acordo com o produtor executivo sênior da empresa, Clive Moody, é mais fácil de trabalhar com o PlayStation 4 que seu antecessor – e sua potência pode ser um passo enorme no desenvolvimento de games de corrida.
Na entrevista, Moody confessou que a arquitetura do PS3 era um pouco complicada demais, dificultando o trabalho das empresas e tomando mais tempo que o desejado.
O executivo também está feliz com a ênfase em conectividade: segundo ele, a sociabilização é um dos itens mais promissores em jogos de corrida, e é bom notar que a nova geração de consoles está preocupada com isso.

Jogos do PS4 terão redução de resolução no PlayStation Vita - Baixaki Jogos


Os detalhes sobre o funcionamento do PlayStation 4 não para de sair. A mais recente novidade se refere ao sistema Remote Play, pelo qual os jogos do novo console poderão ser transmitido para as mãos dos jogadores que usarem o PS Vita. Tudo isso, claro, com as adaptações necessárias para o hardware.
Uma conversão automática fará com que os jogos do PS4 deixem de rodar a 1080p para funcionar com a resolução nativa do Vita, 960 x 544 pixels. O usuário não precisa fazer nada, apenas jogar, que o console de mesa fará todo o trabalho necessário.
O mesmo vale para os vídeos capturados, que não precisarão de conversão nem utilizam formatos proprietários. Assim, se o jogador preferir, pode subir suas jogatinas para o YouTube pelo PC, sem depender das integrações oficiais do PlayStation 4.
O novo console da Sony chega ao mercado no final de 2013, mas ainda não teve preço anunciado.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Entre gerações: qual o melhor momento de trazer uma nova franquia? - Baixaki Jogos



Mais do que apresentar o PlayStation 4, a conferência da Sony na semana passada trouxe também as primeiras imagens daquilo que a nova geração tem a nos oferecer. Gráficos incríveis e detalhes por todos os lados chamaram a atenção dos fãs, que se deleitaram diante de Killzone: Shadow Fall e inFamous: Second Son.
E se você acompanha o mercado há algum tempo já deve ter reparado que o anúncio dessas sequências e o destaque dado a cada uma delas foi algo cuidadosamente pensado para alavancar as vendas do console tão logo ele chegue ao mercado. Todas as fabricantes trazem uma franquia de peso à sua nova plataforma como forma de incentivar o jogador a procurar aquela novidade. É quase como um selo de garantia, pois você sabe que poderá comprar o novo aparelho sem medo de se decepcionar com aquele jogo desconhecido.
No entanto, o mercado não funciona de maneira tão simples assim. É claro que esse tipo de estratégia acontece — basta se lembrar de Uncharted: Golden Abyss no PlayStation Vita e New Super Mario Bros. U no Wii U —, já que é muito interessante para Sony, Microsoft ou Nintendo saber que seu console vai vender bem já início. Trazer um rosto conhecido pode ser sinônimo de que a geração vai começar com o pé direito. Porém, com as desenvolvedoras, a situação muda um pouco de figura.
O Dilema GuillemotUm novo brinquedo para ser exploradoNo final do ano passado, quando os rumores sobre a nova geração ainda estavam dando seus primeiros passos, o diretor-executivo da Ubisoft, Yves Guillemot, deu uma entrevista ao sitePolygon reclamando sobre o excessivamente longo tempo de vida do PlayStation 3 e Xbox 360. Segundo ele, longos períodos com um mesmo console são nocivos à indústria, já que não vale a pena lançar uma nova franquia perto do ciclo dos aparelhos está perto do fim e que o lançamento de um novo aparelho é ideal para isso.
Mas espere aí, qual o sentido disso? Levando em consideração a base de usuários, não seria muito mais vantajoso trazer uma nova ideia — ou seja, algo que ninguém conhece — para um video game que milhões de pessoas já têm, o que pode significar um número muito mais significativo de vendas do que oferecer esse mesmo conceito para um sistema que apenas meia dúzia de indivíduos se arriscou a comprar?
Img_normal
E a resposta é sim, tanto que estúdios como Capcom, Quantic Dream e Naughty Dog ainda acreditam no potencial de vendas da atual geração com Remember Me, Beyond: Two Souls eThe Last of Us, por exemplo. São investimentos a curto prazo que querem atingir exatamente essa grande massa de usuários; uma aposta segura.
Por outro lado, há estúdios como a Ubisoft, que preferem pensar além e tentar se estabelecer naquilo que ainda está por vir. Como Guillemot explicou ao Polygon, essa troca de geração é o melhor momento para se arriscar e tentar criar algo novo.
Para ele, não faz sentido criar franquias inéditas no fim de vida de um console pelo simples fato de que não é isso o que a grande maioria dos jogadores quer. Apesar de os jogadores hardcore procurarem novidades, a maior parte do público prefere optar pela segurança de franquias já conhecidas, o que torna o desenvolvimento de novas ideias algo não tão vantajoso assim.
A sequência vende, o novo atrai
Tudo isso pode parecer bastante confuso — e realmente é —, mas não é complicado encontrar a lógica por trás do pensamento que algumas produtoras adotaram no que diz respeito à troca de geração. No caso da Ubisoft e a “lógica Guillemot”, o principal ponto é a base de referência.
Img_normal
Vamos supor que Watch Dogs chegará apenas ao PlayStation 3 e Xbox 360. A boa impressão que o título passou desde seu anúncio na última E3 e a grande quantidade de consoles espalhados ao redor do mundo são fortes indicativos de que o título pode vender muito bem quando chegar às lojas. Por outro lado, isso não descarta a possibilidade de ele não despertar o interesse dos jogadores e ainda encarar a concorrência de outros títulos de peso e de franquias já bem estabelecidas. Se você tivesse de optar pelo desconhecido Watch Dogs e o já aclamado GTA V, qual seria sua escolha?
No entanto, ao inverter a situação, a base de referência muda. Por mais que o número de video games seja consideravelmente menor, a quantidade de outros títulos disputando a atenção do consumidor é bem menor. É claro que isso pode — e vai — refletir nas vendas e em um retorno a curto prazo, mas permite que você se estabeleça em um “segmento” novo e ainda a ser desbravado, garantindo um retorno futuro.
É por isso que esse início de vida de um video game é tão interessante para as produtoras. Para elas, esse é o melhor momento para inovar e experimentar coisas novas. Por mais que o título corra o risco de não vender tanto quanto na atual geração, trata-se de um risco que pode muito valer a pena a médio e longo prazo.
Img_normal
Sem grandes concorrentes, novas franquias podem se estabelecer e virar referência naquela plataforma em vez de ser “apenas mais um” lutando por seu lugar ao sol. Apesar de ninguém conhecer Uncharted quando Drake’s Fortune chegou ao PS3, o título virou um ícone da geração exatamente por trazer uma ideia nova que aproveitava tudo o que o sistema oferecia.
E a melhor forma de explicar isso vem diretamente dos estúdios da Electronic Arts. De acordo com o presidente da EA Labels, Frank Gibeau, a dinâmica de mercado não premia séries que surgem no fim de uma geração e que a melhor forma de lançar algo assim é atrelar a imagem desse jogo que ninguém conhece com as expectativas em torno da tecnologia e dos recursos que um novo console oferece. Tanto que o estúdio confirmou ter entre três e cinco projetos em andamento para PS4 e o próximo Xbox.
Planos e riscosQuando o marketing deve agirÉ claro que esse tipo de posicionamento é algo muito arriscado, já que qualquer erro pode trazer resultados catastróficos. É por isso que o marketing é uma ferramenta muito importante na hora de posicionar essas novas franquias no mercado, principalmente por conta do investimento necessário para chegar ao mesmo ponto desejado.
Voltemos ao exemplo de Watch Dogs sendo exclusivo desta geração. Se isso realmente viesse a acontecer, a Ubisoft teria de gastar milhões de dólares em campanhas para promover o título e mostrar porque você deve comprá-lo em vez de conferir o novo Call of Duty, Battlefield ou o próprio Assassin’s Creed. Com tantas opções disponíveis, é preciso um esforço absurdo para mostrar o diferencial de seu produtor e provar que ele realmente vale a pena.
Img_normal
Por outro lado, um novo console traz publicidade gratuita. Todos querem saber o que Sony e Microsoft vão oferecer em suas novas plataformas e ter um game já destinado para elas exige menos esforço em campanhas de divulgação, pois ele estará no foco de toda a discussão e interesse. É muita mais fácil despertar a atenção ao enaltecer essa imagem de que “o futuro chegou” e que seu jogo faz parte dele.
Mais gastos
Além disso, os próprios investimentos em desenvolvimento entram na conta na hora de definir quando é o melhor momento de trazer uma nova franquia. Trabalhar em uma nova engine e preparar um novo universo exige um investimento absurdo por parte das empresas e, portanto, não é tão interessante estreá-la em meio a tantos outros jogos que já se destacam, correndo o risco de falhar.
Além disso, projetá-la pensando no fim de uma geração também exige trabalho redobrado, já que você terá de adaptá-la ou recriá-la do zero no momento em que for levá-la para o novo console — sem falar que permite que outros estúdios passem na sua frente. É por isso que muitas companhias apostam nos chamados cross-gen, ou seja, em títulos que chegam tanto para os sistemas atuais quanto para os novos.
O que esperar?
Com o PS4 já anunciado e a Microsoft preparando o sucessor do Xbox 360, não é difícil imaginar o que está por vir. Certamente teremos muitas franquias inéditas surgindo nos primeiros dois anos dos consoles, tentando estabelecer marcas na nova geração. E como é o dinheiro que move o mundo, podemos esperar vários cross-gen também aparecendo neste período.
Por outro lado, os estúdios ligados às fabricantes devem continuar apostando em sequências, visando exatamente atingir o público que quer a segurança de que aquele novo console terá algo que ele gosta e sabe que é bom e vai gostar.

Nem mesmo o presidente da Sony viu o design final do PS4 - Baixaki Jogos


Se você ficou cabisbaixo pela falta de consideração da Sony em não mostrar o design do PlayStation 4, saiba que você não está sozinho no barco da decepção. Em entrevista ao site 4Gamer, Hiroshi Kawano, presidente da Sony Computer Entertainment Japan, disse que ele não sabe como é a versão final do console.
“Para ser honesto, eu também não vi o design final”, relata Kawano em sua entrevista exclusiva. Ele ainda complementa dizendo que “até mesmo o controle que apresentamos, eu só vi ontem ou pouco antes”. Apesar de ter acesso a muitos protótipos, parece que os designers da Sony estão escondendo o console a sete chaves.
Ainda sobre esse assunto, vale lembra que semana passada, Shuhei Yoshida, presidente da Sony Worlwide Studios, disse que a empresa precisava de algo para mostrar depois. Agora, com essa última declaração de Kawano, fica a dúvida se o design final já está pronto ou se a Sony ainda está trabalhando para impressionar o público.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

7 motivos pelos quais o PlayStation Vita pode ser considerado um fracasso - Baixaki Jogos



Após um grande alarde — e também algumas sobrancelhas levantadas, em desconfiança —, o PlayStation Vita finalmente deu as caras, ao final de 2011. Entretanto, qualquer um que esteja acompanhando o desempenho no mínimo ambíguo do portátil atual da Sony já deve ter considerado (mesmo que remotamente) a possibilidade de que o Vita acabe repedindo a trajetória cambaleante do seu antecessor.
De fato, “repetir os erros do PlayStation Portable” consta entre uma lista recentemente organizada pelo site Wired. A publicação também considerou diversos outros pontos, é verdade — alguns até bastante concretos, como baixas vendas, ausência de jogos (uma velha questão) e quedas prematuras de preço. Confira abaixo.
  • Vendas muito abaixo do esperado
Eis um dos problemas centrais do PlayStation Vita: ele simplesmente não vende como deveria. Ou, antes, os números simplesmente não parecem atender às projeções iniciais da Sony. Afinal, vale lembrar que, após o lançamento do portátil em solo ocidental, a Sony afirmou que até março deste ano (mês que vem, portanto!) 10 milhões de unidades deveriam ter sido vendidas.

Bem, embora ainda faltem dados, sabe-se que foram apenas 2,2 milhões até julho do ano passado — compreendendo os seis primeiros meses de prateleiras do sistema. Difícil acreditar em 10 milhões para breve, portanto.
  • Quedas prematuras de preço
Cortes de preço são algo realmente normal e previsível dentro do ciclo de vida de um console. O problema é que o Vita parece ter chegado cedo demais a esse estágio. No Japão, por exemplo, o preço oficial do console com 3G foi de 30 para 20 mil Ienes, enquanto que o aparelho apenas com Wi-Fi caiu de 25 para 20 mil ienes.
  • Onde estão os jogos?
Eis aqui uma tecla já bem batida quando se trata do Vita. Mas parece impossível revisitá-la de tempos em tempos — já que os tais títulos de peso prometidos pela Sony parecem simplesmente não vir. De fato, para 2013 há apenas três games exclusivos anunciados para o portátil. Os demais são multiplataforma.
  • O 3DS também não vai lá muito bem...
O sucesso arrebatador do DS certamente foi, em parte, prejudicial para os planos da Sony envolvendo o PSP. Entretanto, o sucesso do portátil anterior da Nintendo mostrava claramente que havia um nicho — que haviam compradores para portáteis com jogos de qualidade.

Na verdade, parece óbvio, ao olhar para trás, que o PSP acabou pegando parte do vácuo deixado pela maquininha de dinheiro da Big N. O problema? O mesmo não parece estar ocorrendo com o 3DS. Mesmo liderando as vendas, o console tridimensional da Nintendo simplesmente não emplacou como o seu antecessor — o que invariavelmente se reflete no desempenho do Vita.
  • Os mesmos erros do PSP
Talvez nós tenhamos chegado a um ponto em que simplesmente é impossível deixar de reconhecer: plataformas portáteis com qualidade próxima ao de consoles de mesa não são mais tão atraentes. Conforme colocou a Wired, a maior parte do público hardcore prefere jogar em uma ampla tela de TV, enquanto que os jogadores casuais parecem perfeitamente satisfeitos com joguinhos para iOS e Android.
  • A Sony tem perdido parcerias
Parece fácil elencar algumas das principais franquias que alavancaram as vendas do PSP anteriormente — sobretudo no Japão. Trata-se de Monster Hunter, Final Fantasy e Kingdom Hearts (entre outras, naturalmente). Bem, ocorre que, atualmente, grande parte dessas séries tem debandado para o Nintendo 3DS, o que deixa o Vita potencialmente sem aliados.
  • Onde estão os títulos exclusivos?
Img_normal
A afirmação da Wired parece sintetizar bem este ponto: “Me desculpe, Sony, mas Mario é o único sujeito que pode integrar um jogo de plataforma atualmente”. Embora o ponto seja um tanto controverso, fato é que muitas das exclusividades da Sony parecem ter perdido seu apelo de outros tempos. Afinal, mesmo o excelente Uncharted: Golden Abyss não poderia, sozinho, sustentar toda uma plataforma — mesmo com a possível ajuda de Kratos.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Checkpoint 037: é PlayStation 4, galera! - Baixaki Jogos




Depois de uma pequena pausa, o Checkpoint está de volta... E mais completo do que nunca! Para quem ficou triste com a falta de um novo Save logo depois do Carnaval, nós decidimos tirar o atraso e acabamos incluindo as principais novidades que rolaram no mundo dos games também durante o feriado.
Com isso, temos um Save que vai desde as bombas pós-Carnaval até o estrondoso anúncio do PlayStation 4. Pois é, o Papo de Game deste episódio é focado na revelação do console e nossos amigos Gabriel e Danilo embarcam em uma discussão muito interessante sobre o video game.
Para finalizar, temos a tradicional área de perguntas e respostas no final do programa. Será que sua dúvida foi esclarecida? Então aperte o play e confira!
Perdeu algum Save?
Como já estamos no Save 037, muita coisa já passou por nosso programa. E se você perdeu alguma coisa ao longo de todo esse tempo, não precisa se preocupar. Para conferir todas as edições anteriores do Checkpoint, basta clicar aqui e conferir tudo o que rolou de melhor tanto em 2012 quanto em 2013.